Beleza, Pele

Qual a importância do pó facial?

O pó facial (solto ou compacto) foi inventado para ser utilizado na finalização da maquiagem, para dar acabamento matte, retirando o brilho da pele. Eles ajudam a fixar a maquiagem e a retirar o brilho da pele nas zonas em que ocorre acúmulo de oleosidade.

Tipos de Pó Facial

Pó compacto: é eficaz quando o objetivo é obter uma camada mais densa em zonas específicas do rosto, para efeito de correção ou retoque das áreas que ficarem brilhantes ao longo do dia (ideal para levar na bolsa).

Pó solto: é mais leve e proporciona um acabamento mais natural.

Pó translúcido (compacto ou solto): proporciona cobertura suave e transparente para todos os tipos de pele.

Pó opaco: usado para qualquer tipo de correção, é ideal para peles com poros visíveis.

Pó com brilho: quando a intenção é realçar (e não a corrigir) imperfeições na pele. Deve ser passado com cautela.  Evite passar em peles oleosas, em áreas com flacidez e com linhas de expressão, pois pode ressaltar ainda mais o problema.

Qual a importância do pó facial?

Tom de Pó Facial Ideal para Cada Pele

Na hora de comprar o pó facial, sempre surge dúvida quanto ao tom ideal para cada tipo de pele. O tom certo do pó facial é aquele que, conforme vai sendo aplicado, vai desaparecendo, sendo “incorporando” pela pele e amenizando as pequenas imperfeições.

É importante lembrar que o tom de pele muda do verão para o inverno. No verão, o tom é mais escuro e no inverno, deve ser mais claro. Uma dica é, antes da compra, passar um pouco do pó facial na região abaixo da bochecha para saber se o tom combina com a pele.

Como usar o pó facial?

Qual a importância do pó facial?

 O pó é um acabamento, e não uma cobertura. Portanto, deve ser usado com moderação. O segredo é pincelar somente a “zona T” (testa, nariz e queixo), região que costuma sofrer mais com a oleosidade, mantendo-o longe da área dos olhos para não evidenciar as linhas finas. O pó pode ser aplicado com esponja ou pincel:

Esponja: faz com que a aplicação seja mais concentrada e que a cobertura seja maior. A esponja é utilizada com pós compactos.

Pincel: esta é a aplicação ideal! Com o pincel, a aplicação é mais leve e com mais segurança, já que é difícil “pesar a mão” quando se utiliza o pincel. Pode ser usado com o pó solto ou compacto.

E a versão mineral?

Qual a importância do pó facial?

pó mineral é mais natural e menos agressivo para a pele. É feito com produtos extraídos da terra e isento de óleos, talco, fragrância, conservantes e pigmentos artificiais que podem agredir a pele. Perfeito para peles finas e sensíveis.

Outra vantagem desse tipo de produto é a capacidade de absorver o excesso de oleosidade. Eles dominam o brilho sem deixar a pele opaca e pesada. Não obstruem os poros e dão um acabamento fresco e natural.

A textura leve e extrafina ainda dá luminosidade à pele, que ganha um acabamento acetinado, fresco e natural. Essas versões minerais dispensam a base e camuflam sem pesar.

Dicas para usar o pó compacto

Segundo o livro De bem com espelho: O mínimo possível da maquiadora gaúcha Alice Salazar, a aplicação do produto compacto é mais fácil do que o solto. Isso porque você vai evitar a sujeira que o produto solto causa.

O recomendado é aplicar o produto em toda a zona “T” do rosto (testa, nariz e queixo) e bem pouco abaixo dos olhos, para fixar o corretivo. Evite passar nas outras áreas do rosto, pois o efeito pode ficar artificial. Confira, abaixo, um passo a passo sobre como aplicar o pó compacto:

1. Preparação

Prepare a pele aplicando a base e o corretivo.

2. Pincel

Pegue um pincel grande e fofo para aplicar o produto. Antes de passar no rosto, dê algumas batidinhas em sua mão para retirar o excesso.

3. Movimentos

Passe o pincel no rosto com movimentos leves na zona T, focando primeiro no centro do rosto e depois movendo para as laterais.

Quem já tem mais experiência com maquiagem, pode utilizar o produto compacto para finalidades diferenciadas. O produto também pode ajudar a definir bem o contorno facial, causando a impressão de um rosto e um nariz mais finos, por exemplo.

Para fazer o contorno, o essencial é saber trabalhar com o jogo de sombras e luz no rosto. Nas áreas a serem iluminadas, é necessário utilizar o produto um tom mais claro que a pele (ou  iluminador), e nas áreas a serem escurecidas, em dois tons mais escuros que a pele.

Truques para usar  o produto

Confira alguns truques e lembre-se: o contorno nunca deve ficar muito marcado, por isso sempre esfume bem com o pincel, até o efeito ficar o mais natural possível:

1. Para diminuir a testa

Aplique o produto mais escuro na parte superior da testa.

2. Para levantar sobrancelhas

Aplique o produto mais claro abaixo do canto externo da sobrancelha.

3. Para diminuir ou afinar bochecha

Faça o contorno com o produto mais escuro abaixo das têmporas.

4. Para afinar o nariz

Aplique o produto mais escuro nas laterais do nariz.

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Cabelos

Argila Preta para Pele e Cabelos


A argila preta, também conhecida como lama vulcânica, é um material composto por elementos com ricas propriedades. É a mais nobre de todas argilas. Para obtê-la, é necessário descer 4 metros abaixo da superfície, onde os níveis de alumínio e silício são muito altos e os de ferro são muito baixos.

Propriedades da Argila Preta

A argila é um material natural, composto por partículas extremamente pequenas de silicato minimizado (ou silicato de alumínio), além de diversos oligoelementos, destacando entre os minerais encontrados, o silício – segundo elemento mais abundante na natureza. Contém também titânio, magnésio, cobre, zinco, alumínio, cálcio, potássio, níquel, manganês, lítio, sódio, e ferro. Os minerais encontrados nas argilas funcionam como potenciadores de determinados efeitos, conforme a sua concentração.

Promove ação absorvente, cicatrizante e antisséptica. A argila preta é normalizadora e cicatrizante, graças aos seus elétrons livres, que lhe conferem capacidades também energéticas, radiônicas e iônicas. Sua atuação é principalmente cosmética, mas ela também ajuda no tratamento de doenças. Suas altas quantidades de silício e alumínio a tornam altamente rejuvenescedora.

Argila Preta para Pele e Cabelos

Benefícios da argila preta para a pele

Usada para tratamentos de inflamações na pele há séculos, somente mais recentemente estudos científicos têm demonstrado o poder antibacteriano da argila natural no tratamento de pele. Essa propriedade tem demonstrado excelentes resultados no controle da acne e de outras infecções de pele.

Os cientistas também tem demonstrando a eficiência da aplicação tópica da argila na maior produção de colágeno pela pele.

A argila preta apresenta uma grande e concentrada quantidade de matéria orgânica e enxofre sendo, assim, recomendada para muitos tratamentos de pele.

As propriedades da argila preta proporcionam uma incrível absorção de resíduos que possam estar impregnados na pele. Apresentam um efeito desintoxicante, removendo até mesmo partículas decorrentes da poluição a que estamos expostos no dia a dia e que possam ficar em nossas células.

Sua ação descongestionante limpa os poros profundamente, proporcionando uma pele suave e limpa.

Suas funções bactericida e anti-inflamatória são fortes aliadas contra as espinhas, inflamações e machucados superficiais na pele.

Além de acelerar o processo de cicatrização das espinhas existentes, a argila preta previne o aparecimento de novas infecções. A limpeza profunda é responsável por uma pele livre de acnes. Por apresentar uma incrível capacidade de acelerar a regeneração celular, a argila preta pode ser um ótimo cicatrizante.

Argila Preta para Pele e Cabelos

Receita da Máscara de Argila Preta para a Pele

  • Argila preta
  • Soro fisiológico
  • Óleo de rosa mosqueta

Em um recipiente de plástico (nunca de metal, por conta das trocas iônicas), separe uma colher de argila preta em pó.

Vá adicionando, lentamente, uma colher de sopa de soro fisiológico. Mexa sempre enquanto estiver acrescentando a água. Adicione 5 gotas de óleo de rosa mosqueta. Misture bem.

Quando a consistência ficar parecida com a de uma pasta, a sua mistura está pronta. Aplique na pele já limpa e deixe agir por 20 minutos e em seguida enxágue bem o rosto.


Argila Preta para Pele e Cabelos

Benefícios da argila preta para os cabelos

A argila preta também pode ser utilizada para tratamentos capilares, como prevenção à queda e limpeza profunda.

Com o uso regular, seus fios ficarão mais fortes e encorpados. Além de um couro cabeludo livre de problemas como a caspa e a oleosidade.

Ela também elimina as toxinas no couro cabeludo e melhorando a circulação sanguínea, o que ajuda a acelerar o crescimento dos fios. Por apresentar uma função de limpeza, a argila preta, quando aplicada delicadamente nos fios, desencadeia o trabalho de um shampoo antirresíduo.

A ativação da circulação por conta da massagem aumentará ainda mais o processo de renovação dos fios, diminuindo a queda de cabelo e encorpando os fios.

Argila Preta para Pele e Cabelos

Receita da máscara de argila preta para os cabelos

  • Argila preta
  • Água mineral
  • Óleo essencial de alecrim
  • Óleo de coco

Em um recipiente de plástico (nunca de metal, por conta das trocas iônicas), separe 3 colheres de argila preta em pó.

Vá adicionando, lentamente, 4 colheres de sopa de água. Mexa sempre enquanto estiver acrescentando a água. Adicione 5 gotas de óleo essencial de alecrim e uma colher de chá de óleo de coco. Misture bem.

Para passar no couro cabeludo o ideal é que a consistência fique mais líquida.

Aplique no couro cabeludo e deixe agir por 20 minutos e em seguida retire o excesso da argila e lave os cabelos normalmente.


Cabelos

12 erros que acabam com a beleza e saúde dos cabelos

A falta de cuidados no dia a dia é a maior inimiga dos fios bem tratados

É bem capaz que você tenha alguma reclamação para fazer sobre seu cabelo: oleosidade, pontas duplas, ressecamento, fios preguiçosos, cabelos quebradiços, opacos, muito volume, pouco volume e outros dramas de arrepiar as madeixas. O lado bom da história é que todos estes problemas podem ter fim. Bastam que os cuidados e as recomendações dos especialistas sejam seguidos à risca em casa. A seguir, você confere quais são os hábitos que mais detonam os fios e aprende como fazer para se livrar deles de vez.

Passar condicionador na raiz

Condicionador - Foto Getty Images
Condicionador – Foto Getty Images

O condicionador colabora com o aumento da oleosidade e, como tampa os poros capilares, aumenta a incidência de caspa. “Existem cabelos que possuem raiz oleosa, e o condicionador aumenta ainda a produção de sebo. Já a caspa pode aparecer em casos avançados, já que o condicionador irá fazer o couro cabeludo ficar com excesso de umidade, tampando os poros capilares”, explica o cabeleireiro Gennaro Preite.

Deixar o condicionador no cabelo

Banho - Foto Getty Images
Banho – Foto Getty Images

“Os xampus abrem as escamas dos fios, permitindo que o condicionador penetre entre elas, tratando e regenerando a estrutura capilar”, afirma o cabeleireiro Paulo César Schettini. Outra função do condicionador e cremes de tratamento é fechar estas escamas, permitindo que o fio fique mais sedoso e protegidos das agressões externas. “No entanto, não enxaguar adequadamente os fios, deixando resquícios do produto, vai danificar a estrutura capilar e impedir que as escamas sejam seladas”, explica o especialista. O resultado aparece em forma de madeixas elásticas e quebradiças. Por isso, ao terminar a lavagem dos cabelos, certifique-se que a água que escorre saia cristalina e que o cabelo não esteja com restos do produto.

Esquecer as hidratações

Hidratação - Foto Getty Images
Hidratação – Foto Getty Images

hidratação tem a capacidade de dar leveza e nutrir os cabelos, recuperando a maciez, o brilho e o aspecto saudável deles. Em função do grande uso dos produtos químicos (tinturas, alisamentos, relaxamento, entre outros), os fios tendem a ficar danificados. A função da hidratação é de reverter tudo isso. Mesmo os fios oleosos merecem hidratações, feitas com produtos específicos.

Lavar os cabelos com água quente

Água quente - Foto Getty Images
Água quente – Foto Getty Images

Evite a água muito quente, pois ela pode causar irritações no couro cabeludo, estimulando a produção de sebo e favorecendo a oleosidade, o que também inibe o crescimento dos fios. “Varie sempre o xampu e o condicionador e use um xampu de limpeza profunda (uma vez por semana ou a cada 15 dias) para retirar excessos de químicas, sujeira e oleosidade para que o couro respire melhor”, explica o cabeleireiro Marcus Corazza.

Usar máscara hidratante na praia

Protetor solar para cabelos - Foto Getty Images
Protetor solar para cabelos – Foto Getty Images

Não adianta inventar. Para tomar sol, o ideal é passar um creme sem enxágue com proteção solar. E nada mais. “Muitas mulheres acham que, usando uma máscara mais poderosa, estão protegendo o cabelo”, diz Paulo César.

Na verdade, elas estão queimando os fios. Esses produtos, além de não formarem uma capa contra os raios ultravioletas, têm um tempo de permanência. Excedê-lo enfraquece os cabelos.

Prender os fios molhados

Cabelo preso - Foto Getty Images
Cabelo preso – Foto Getty Images

Fazer isso uma vez ou outra não tem problema nenhum. Mas achar que vai domar o volume dos fios dando um bom nó em volta deles é assinar um atestado de raiva permanente.

“Manter o couro cabeludo molhado por muito tempo faz juntar fungos e criar caspa, além de enfraquecer a raiz e provocar a queda”, afirma Paulo César. Usar um leave-in e evitar o vento enquanto a cabeça não seca são medidas suficientes para evitar o cabelo armado demais.

Passar chapinha no cabelo molhado

Chapinha - Foto Getty Images
Chapinha – Foto Getty Images

Este é um daqueles pecados sem misericórdia nenhuma. A gravidade é tanta que dá para sentir os efeitos na mesma hora. Os fios são profundamente agredidos. Além de queimados, eles se quebram. “O único jeito de consertar é cortando”, alerta Paulo Schettini. Antes de usar a prancha, seque bem os cabelos. Nem úmidos eles podem estar.

Usar o secador do jeito errado

Secador de cabelo - Foto Getty Images
Secador de cabelo – Foto Getty Images

Procure mantê-lo a 30 centímetros de distância da cabeça e sempre com a temperatura intermediária ou fria, nunca na máxima, para não queimar e danificar os fios. Também evite direcionar o jato quente para a cabeça, isso estimula a oleosidade na raiz e diminui a duração da sua escova.

Ficar mais de três meses sem cortar

Cortar o cabelo - Foto Getty Images
Cortar o cabelo – Foto Getty Images

Para muita gente, isso é papo de cabeleireiro. Mas não é, fique certa. A não ser que seu cabelo demore muito para crescer, este é o tempo médio de duração de um corte. Passada essa fase, as pontas começam a abrir e os fios quebram-se com facilidade. Os arrepiados aumentam o volume e os fios fracos começam a cair.

Desembaraçar com escovas maleáveis demais

Escova - Foto Getty Images
Escova – Foto Getty Images

As cerdas moles são de manuseio mais difícil, além de quebrarem os fios. Por isso, os especialistas recomendam um pente com dentes bem largos e firmes ou uma escova do tipo raquete, mais resistente.

Fazer mais de duas químicas

Tintura - Foto Getty Images
Tintura – Foto Getty Images

Você precisa escolher os tratamentos que quer aplicar. Relaxamento, coloração, progressiva, luzes… tudo isso junto deixa os fios porosos e fracos demais, arrebentando todas as pontas. “Escolha dois tratamentos, no máximo, e faça hidratações mensais, no mínimo”, indica Paulo.

Dispensar o leave-in

Leave-in - Foto Getty Images
Leave-in – Foto Getty Images

Quem pretende aderir ao look natural, atenção para o alerta da cabeleireira Daniela Rocha: sem xampu, condicionador e cremes leave-in (cremes sem enxágue) não existem cachos bonitos. Isso porque cabelos crespos precisam de mais cuidados, pois as curvas dos fios dificultam que a oleosidade natural presente na raiz chegue até as pontas – assim, elas acabam ficando ressecadas, daí a importância da hidratação. E nada de improvisar, usando o condicionador como se fosse um leave-in. “O enxague é necessário no caso do condicionador. Só assim as cutículas (camada externa) dos fios são fechadas. Do contrário, o cabelo enfraquece, quebrando mais facilmente e aumentando o efeito arrepiado”, diz a profissional.


Alimentação

Como a dieta Low-Carb ajuda a emagrecer?

Ao cortar os carboidratos das refeições e aumentar o consumo de gorduras e proteínas, as pessoas ficam com a sensação de saciedade por mais tempo e, portanto, demoraram mais tempo para comer.

Assim, a pessoa além de não ter restrição de quantidade de calorias por dia, emagrece sem precisar passar fome, como muitas vezes ocorre com quem opta pela low-fat.

Benefícios

Além de ajudar no emagrecimento, a dieta low-carb possui um série de outros benefícios, que também a tornaram tão popular. Conheça alguns deles:

Saciedade

Uma das maiores barreiras que as pessoas enfrentam na hora de começarem um dieta, é porque muita vezes sentem fome. Porém, na low-carb, isso não ocorre.

Ao trocar a base da alimentação para proteínas e gorduras, as pessoas acabam ingerindo uma quantidade menor de calorias no dia a dia. Isso porque esses tipos de alimentos geram uma sensação maior de saciedade.

Ou seja, você ingere menos calorias durante o dia e ainda assim não vai dormir com aquela sensação de fome.

Abaixa o nível de triglicerídeos no sangue

Como os triglicerídeos são moléculas de gordura, a sua presença excessiva no sangue é bem preocupante, uma vez que pode ser um indicativo de maior risco no desenvolvimento de doenças cardíacas.

Vários estudos apontam que ao diminuir a quantidade de carboidrato nas refeições, os índices de triglicerídeos também caem significativamente no sangue.

Aumenta os índices de HDL (colesterol bom)

Como o colesterol bom do nosso corpo é alimentado por gordura, nada melhor que praticar uma dieta que promova o consumo de gorduras, né?

Além disso, triglicerídeos e HDL estabelecem um forte relação no que diz respeito a apontarem uma maior ou menor probabilidade da pessoa desenvolver doença cardíaca. Os dois índices são inversamente proporcionais. Quer um exemplo? Já explico:

Se os índices de triglicerídeos estão baixos e os de HDL estão altos, essa proporção indica uma possibilidade muito menor de que doenças cardíacas possam aparecer.

Queda nos índices de glicose e insulina do sangue

Como já explicado acima, os carboidratos se transformam em unidades individuais de açúcar. Quando esse açúcar chega na nossa corrente sanguínea, ele aumenta a taxa de glicose.

No entanto, o sangue não suporta que tenha uma taxa muito elevada de glicemia, aí entra o papel da tão famosa insulina, um hormônio que é capaz de regular o índice de glicose no sangue.

Todavia, se a ingestão de carboidratos for diminuída, não haverá tanta glicose no sangue e, portanto, não terá necessidade da insulina regular esse índice.

Por isso, a dieta Low-carb é uma ótima opção para portadores de diabetes do tipo 2, que normalmente são causadas pelas resistência de insulina. Assim, o corpo possui glicose, mas não produz insulina suficiente para normalizar seus índices.

Reduz a pressão sanguínea

Pode não ser um fator tão importante para quem é jovem, mas a pressão sanguínea muito alta pode estar associada com diversas doenças cardiovasculares.

Vários estudos mostram uma relação entre a diminuição do consumo de carboidratos e a redução da pressão sanguínea.

Riscos da dieta Low-Carb

A redução brusca de carboidratos pode gerar alguns problemas graves para a saúde, tais como:

Diminuição no metabolismo basal

Futuramente, pode haver uma maior dificuldade em perder peso. Quando isso ocorre, o corpo passa os aminoácidos presentes nos músculos como fontes secundárias de energia.

Excesso de consumo de proteínas

Como a recomendação é para que os carboidratos sejam cortados, as proteínas passam a ser a protagonista da dieta. Porém, o excesso de ingestão de proteínas está associado ao aumento de risco de câncerosteoporose e diabetes.

Efeitos colaterais da Low-Carb

Nem tudo são flores, não é mesmo? Como você está cortando o mau pela raiz, ou seja, cortando os elementos que se tornam fonte de energia para o seu corpo, no início, é normal que você não se sinta com energia.

Então, sintomas como cansaço, preguiça, sono e fraqueza são normais, e devem te acompanhar até que o seu organismo se acostume.

Por isso que, mais uma vez, é imprescindível o acompanhamento de um nutricionista que poderá te orientar sobre como diminuir esses sintomas.

Por onde começar uma dieta Low-carb?

Se você ficou interessado em começar a praticar essa dieta, mas está perdido em quais são os primeiros passos, é só continuar lendo para descobrir:

Quantidade de carboidrato diário

O primeiro passo para iniciar uma dieta low-carb é saber quantas gramas de carboidrato você pode consumir por dia.

A determinação da quantidade ideal que deve ser ingerida, só pode ser estipulada por um nutricionista. Porém aqui vão algumas possibilidades, para você já ir se ambientando:

100-150 gramas/dia

Apesar de ainda ser uma taxa alta e não ser considerada uma verdadeira low-carb, essa quantidade é ideal para pessoas ativas, que já são praticantes de exercícios físicos.

50-100 gramas/dia

Se você não está muito disposta a ficar se matando na academia ou praticando outras atividades físicas, essa é a quantidade perfeita. Você vai perder peso, sem precisar se esforçar muito.

Também é perfeita para aquelas pessoas que desejam apenas manter o bom peso.

20-50 gramas/dia

Para pessoas portadoras de doenças como diabetes ou obesidade, essa é a quantia mais adequada. Quem deseja perder peso rapidamente também deve seguir tais quantidades.

Alimentos permitidos

Muitas pessoas têm dúvidas sobre quais alimentos podem fazer parte dos praticantes da dieta e quais devem ser evitados. Confira aqui uma listagem geral:

Pode comer

Todos os alimentos abaixo podem ser comidos, sem restrição. Se após a refeição você ainda estiver com fome, você pode repetir sem problemas. Apenas cuidado para não ultrapassar a quantidade máxima de carboidratos por dia.

Carnes
  • Vaca;
  • Porco;
  • Galinha;
  • Peixes e outros.
Ovos

Todos os tipos de ovos são bons, porém o melhor é o ovo caipira.

Verduras e Legumes
  • Espinafre;
  • Brócolis e outros.
Nozes e sementes
  • Amêndoas;
  • Castanhas;
  • Nozes;
  • Semente de abóbora, girassol e outros.
Laticínios
  • Queijo;
  • Manteiga;
  • Creme de leite;
  • Iogurte.
Gorduras e óleos
  • Banha;
  • Óleo de coco;
  • Azeite de Oliva;
  • Óleo de Peixe.
Bebidas
  • Café;
  • Chá;
  • Água;
  • Refrigerante com adoçante.

Pode, mas com ressalvas

Se você não deseja perder tanto peso, sua dieta pode ter um pouco mais de carboidratos, confira quais são eles:

Tubérculos
  • Batata;
  • Batata-doce;
  • Beterraba;
  • Cenoura e outros.
Grãos sem glúten
Leguminosas
  • Lentilha;
  • Feijão.
Frutas
  • Morango;
  • Abacate;
  • Pêssego;
  • Melão;
  • Coco.
Chocolate

Isso mesmo, você não leu errado, pode comer, mas de preferência aqueles com mais 70% de cacau.

Vinho

Também pode ser consumido, mas evite aqueles que possuem muito açúcar. Uma boa opção é o Vinho do Porto.

Proibidos

A lista a seguir aponta todos os alimentos que devem ser evitados ao extremo pelos praticantes da dieta low-carb. Conheça, quais alimentos você terá que dizer adeus:

Açúcar Refinado
  • Refrigerantes;
  • Suco das frutas não permitidas;
  • Sorvete;
  • Doces;
  • Bolos;
  • Tudo aquilo que contém açúcar refinado ou glucose de milho.
Grãos com glúten
  • Trigo;
  • Centeio;
  • Cevada.
Gordura Trans

Alimentos com gordura hidrogenada ou parcialmente hidrogenada, como a margarina, devem ser cortados.

Produtos light e “low-fat

Muitos produtos light possuem quantidades ainda maiores de carboidratos do que os “normais”, por isso evite.

Alimentos industrializados e processados

Essa categoria também costuma ter muitos carboidratos, então fique bem longe.

Cardápio da dieta Low-carb

Agora você já possui todas as informações necessárias para começar a sua dieta, certo? Errado, ainda falta você montar o seu cardápio. Para agilizar a sua vida, aqui está uma sugestão para os primeiros dias, para você se habituar:

Refeição

Café da manhã2 ovos fritos com queijo, 1 colher de chá de gergelim e 1 café sem açúcar1 xícara de café sem açúcar e 2 ovos mexidos com tomate e manjericão
Chá sem açúcar e 1 fatia de pão low-carb com queijo e um fio de azeite
Lanche da manhã1 maçã e 7 castanhas-de-caju1 copo de suco verde com couve, abacaxi, limão e 1 colher de chia
1 banana amassada com 1 colher de sopa de pasta de amendoim
AlmoçoEspaguete de abobrinha, 120g de carne e salada verde crua com azeiteFilé de salmão com legumes refogados com azeite
Purê de abóbora, 130g de lombo suíno e couve refogada com azeite
Lanche da tardeCafé sem açúcar e omelete de legumes feito com 2 ovosChá sem açúcar e 1 fatia de pão low-carb com pasta de amendoim
Vitamina de abacate com chia e leite vegetal
Jantar1 prato de sopa de carne e vegetais1 prato de strogonoffAlguma variação do seu almoço

Para te ajudar ainda mais a ser um novo praticante da dieta low-carb, aqui vai uma sugestão de receita para você incorporar no seu café da manhã.

Receita de Pão Oopsie

Por não possuir glúten e carboidrato em sua composição, o pão Oopsie é uma ótima opção para substituir o pão tradicional. Apesar de não levarem trigo em sua receita e portanto não serem considerados pães de fato, ele se popularizou com o nome pão oopsie por ficar com aspecto parecido com os demais.

Ingredientes

  • 3 Ovos (de preferência orgânico);
  • 90 Gramas de cream cheese;
  • 1 Colher de café de fermento químico;
  • 1 Colher de café de creme tártaro (opcional);
  • 1 Pitada de sal.

Modo de Preparo

  1. Separe a gema das claras e então bata as claras em neve com a pitadinha de sal, até que elas fiquem bem firmes;
  2. Em um outro recipiente, misture as gemas com o cream cheese, até que ele incorpore. Na sequência, adicione as claras em neve, envolvendo de forma que a mistura não perca o volume. Use uma espátula ou um fouet para auxiliar nesse processo;
  3. Adicione o fermento e o creme tártaro, para que o pão se torne mais consistente depois que estiver assado;
  4. Coloque a massa em uma assadeira, previamente untada com papel manteiga;
  5. Leve ao forno preaquecido a 160 ºC por 25-30 minutos, ou até dourar, e desgrude do papel assim que assar.
    Dica: Antes de levar a mistura para assar, você pode polvilhar ingredientes salgados ou doces, que sejam permitidos pela dieta. Cuidado apenas para eles não sejam muito pesados para não afundar a massa.

Agora que você já sabe quase tudo sobre a dieta Low-carb só falta um passo para você começar a seguí-la: ir ao médico ou ao nutricionista para que ele sim possa te dar todas as diretrizes e avaliar se a dieta é ideal para você.

Ah, e vale lembrar que se jogar em uma dieta só por padrões estéticos, nunca é uma boa. O que tem que estar em dia, em primeiro lugar, é sua saúde e também a sua auto-estima. Se você não tem um corpo que é o estampado na mídia, mas se sente bem com ele, está tudo ótimo!

Alimentação

Dieta Low Carb: como fazer, antes e depois.

Quantidade de carboidratos ingeridos não pode ser muito reduzida e a ingestão de proteínas não deve aumentar

A dieta low carb propõe reduzir a quantidade de carboidratos ingeridos. A orientação em uma alimentação convencional é que 50 a 55% do que é ingerido no dia seja carboidrato. Já nos métodos low carb, o macronutriente pode compor entre 45% a 5% do que é consumido em um dia. É importante ressaltar que a redução extrema de carboidratos, algo abaixo de 40%, até proporciona o emagrecimento, porém ele não será saudável e pode ter uma série de consequências graves para a saúde. Os carboidratos incluem alimentos como arroz, macarrão, pão e batata.

Além disso, este método defende que seja priorizado o consumo de carboidratos de baixo índice glicêmico, aqueles cuja glicose (açúcar) é absorvida em uma velocidade mais lenta e por isso não há picos de glicose e nem de insulina no organismo. São exemplos de alimentos de baixo IG a batata doce e o arroz integral.

O consumo de alimentos integrais que são ricos em fibras também é estimulado neste método para emagrecer. Conversamos com especialistas para entender quais são os prós e os contras deste regime.

Como a dieta low carb ajuda a emagrecer

Este método contribui para o emagrecimento saudável ao sugerir que a alimentação priorize os carboidratos de baixo índice glicêmico. Isto porque quando um carboidrato é ingerido ele tem a glicose que será utilizada pela célula para obter energia.

Caso haja excesso de glicose, ela é estocada em forma de gordura e se for utilizada antes da próxima refeição não há ganho de peso. Para que o organismo consiga queimar a gordura estocada é preciso liberar um hormônio chamado glucagon que irá retirar essa energia estocada. Quando a dieta é rica em alimentos com alto índice glicêmico, ocorrem muitos picos de insulina e às vezes eles estão tão altos que o glucagon nunca é liberado. Sem o glucagon a gordura que está estocada não é queimada e não há perda de peso.

Assim, quando a dieta prioriza a ingestão de alimentos de baixo índice glicêmico há uma alteração menor da insulina e consequentemente ocorre a produção de glucagon. Quando há a presença de fibras e proteínas a liberação do hormônio também é mais eficaz.

Quando a dieta low Carb propõe uma redução pequena de carboidratos, algo até 40% do que é ingerido no dia, ela também ajuda a emagrecer. Não só o carboidrato, mas a proteína e principalmente a gordura devem ser bem controlados. Com uma redução de 10% e com a melhora na qualidade do que será consumido, a pessoa conseguirá não só um bom resultado, mas também uma reeducação de hábitos alimentares.

Benefícios da dieta low carb

  • Previne diabetes: Como este regime propõe ingerir apenas carboidratos com índice glicêmico baixo ou moderado, ele pode ajudar a prevenir o diabetes tipo 2. Isto porque ao ingerir carboidratos de índice glicêmico alto, ocorre um aumento do nível de glicose no sangue e consequentemente o de insulina. Quanto mais insulina no organismo, mais ele se torna resistente a ela e é necessária maiores quantidades deste hormônio para transportar a mesma quantia de glicose, aumentando o risco do quadro de resistência à insulina que pode evoluir para o diabetes tipo 2
  • Proporciona saciedade: As melhores fontes de carboidratos são aquelas que também possuem fibras, como o pão e o arroz integral. A substância prolonga o tempo que o alimento fica no estômago e quando chega no intestino diminui a velocidade de absorção de glicose e assim não há picos de insulina. Desta forma as fibras proporcionam saciedade
  • Auxilia na perda de peso: Os carboidratos podem ser aliados na perda de peso quando consumidos de forma correta. É importante optar pelas versões com índice glicêmico baixo ou moderado, pois, como já foi mencionado, elas contribuem para a queima do estoque de gordura do corpo.

Antes e depois: Izabel Alvares perde 35 kg com dieta low carb

Antes e depois de Izabel Alvares - Foto: Reprodução/Instagram
Antes e depois de Izabel Alvares – Foto: Reprodução/Instagram

A chef Izabel Alvares é uma das pessoas que conseguiu emagrecer muito com a dieta low carb. Durante seu processo de emagrecimento, ela ainda conseguiu descobrir que é intolerante ao glúten e conseguiu se reinventar até como profissional: hoje ela é especializada em criar pratos low carb. Ao todo, Izabel emagreceu 35 kg.

Não são todas as verduras e legumes que são low carb. Sendo que as principais que se caracterizam pela baixa quantidade de carboidratos são: abobrinha, brócolis, couve-flor, acelga, cogumelos, aipo, tomate cereja, couve, agrião, pimentão, aspargos, abobrinha, berinjela, espinafre, pepino, cebola, chuchu, vagem, rúcula, escarola, alho-poró, aipo e alface.

Abóbora e batata doce podem parecer low carb, mas não são. Isto porque apesar de contar com um baixo índice glicêmico, ou seja, os açúcares entram aos poucos no organismo, eles têm alta carga glicêmica, ou seja, muitos carboidratos.

Proteínas

Os alimentos ricos em proteínas como carnes, peixes, ovos, leite e derivados, soja e quinoa, também são low carb. As proteínas são nutrientes importantes ao organismo, uma vez que fornecem ao nosso corpo aminoácidos, estes são importantes para funções estruturais, motoras e metabólicas, e são componentes essenciais dos músculos e da formação de colágeno. Além disso, as proteínas auxiliam na produção de hormônios, enzimas e na regulação das funções imunológicas (células imunes). Os alimentos mais ricos em proteínas e que apresentam todos os aminoácidos essenciais são os de origem animal como peixes, aves, carne bovina, ovos e laticínios. Devemos dar preferência às proteínas mais magras como peixes e aves sem pele, carnes magras como patinho, filé mignon, alcatra, leites desnatados e queijos brancos.

Frutas

Nem todas as frutas são low carb, isto porque elas contam com frutose, uma fonte de carboidrato. Certas frutas podem conter grande quantidade de frutose. Em alguns casos, a forma de consumo das frutas pode reduzir a velocidade com que essa fonte de carboidrato irá entrar no organismo. Para melhorar isso, elas devem ser sempre consumidas com uma fonte de fibras, uma semente como a chia, por exemplo, ou as que podem ser consumidas com o bagaço como a mexerica ou laranja. As principais frutas low carb são: abacate, morango, pêssego, melão e coco.

Fontes de gorduras

Muitos alimentos ricos em gorduras também possuem pouca quantidade de carboidratos. Contudo, somente alguns deles são opções saudáveis de low carbs. Azeite, oleaginosas e abacate são gorduras consideradas mais saudáveis, tratam-se das gorduras insaturadas. Estudos mostram que o consumo destes alimentos é benéfico para a prevenção de doenças cardiovasculares e derrames. Esse tipo de gordura poderia aumentar os níveis de HDL e diminuir o LDL colesterol, diminuindo risco de infartos ou aterosclerose.

Alimentos que devem ser evitados na dieta low carb

Proteínas

Proteínas como bacon, linguiças, presuntos e carnes com pele (sobrecoxa) ou gorduras aparentes como cupim e picanha devem ser evitadas. Isto porque elas possuem alta concentração de gorduras saturadas. A recomendação desta gordura segundo parâmetros da Sociedade Brasileira de Cardiologia não deve ultrapassar 10% das calorias da dieta.

Fontes de gorduras

As gorduras que devem ser evitadas são as saturadas, presentes em grandes quantidades nas carnes vermelhas. Devemos evitar gorduras trans presentes em alimentos industrializados como biscoitos, salgadinhos, entre outros. Muitas vezes os alimentos vêm com a descrição de zero gorduras trans. Porém, possuem nos ingredientes óleo de palma e gordura hidrogenada, consideradas trans. Esse tipo de gordura aumenta o risco de sobrepeso/obesidade e doenças crônicas como cardiovasculares.

Alimentos que parecem low carb, mas não são

Os pães e as massas integrais podem passar a falsa ideia de que são low carb, mas eles não são. Apesar de apresentarem baixo índice glicêmico por conter mais fibras, fazendo com que a digestão do carboidrato seja mais lenta, as massas ou pães integrais são fonte de carboidratos, não sendo considerados low carb. Os cereais como o arroz integral, grão de bico, feijão, lentilhas, entre outros, também não são considerados low carb. Apesar de apresentarem baixo índice glicêmico (digestão lenta) todos esses cereais apresentam quantidade muito grande de carboidratos, não sendo considerados low carb.

Riscos do método

Dietas que sugerem uma redução extrema de carboidratos podem provocar uma série de problemas para a saúde. A restrição e ingestão baixa de carboidratos pode gerar diminuição no metabolismo basal o que dificulta uma perda de peso futura, fazendo o corpo usar como combustível a fonte secundária que são os aminoácidos provenientes principalmente dos músculos. Por isso, nessas dietas boa parte do peso perdido não é gordura, mas sim músculo e água.

Uma consequência da falta de carboidratos é o excesso do consumo de proteínas e isto é muito arriscado para a saúde. Estudos recentes relacionam grandes quantidade de proteínas ao aumento do risco de câncer, diabetes e osteoporose. Os rins também são prejudicados com o excesso do macronutriente.

Outros sintomas da falta de carboidratos são: dor de cabeça, sono excessivo durante o dia ou falta de sono a noite, letargia, déficit de atenção, oscilações de humor, prisão de ventre, cansaço e falta de disposição.

A dieta low carb prejudica a saúde?

Isto vai depender do quanto de carboidratos será cortado. Você pode mudar a proporção por um tempo determinado. A orientação convencional é ingerir em um dia entre dia 50 a 55% de carboidratos, 30% de gorduras e 15 a 20% de proteínas. É possível por um curto período, entre um e três meses, diminuir os carboidratos para 40% e as proteínas não devem ultrapassar 20%. A redução de carboidratos abaixo de 40% é prejudicial para a saúde, especialmente devido ao excesso de proteínas que passa a ser ingerido.

Quem não pode fazer a dieta low carb

A dieta low carb não é indicada para alguns grupos de pessoas. Aqueles que sofrem de insuficiência renal, cardíaca ou hepática ou diabetes não devem segui-la. Atletas e praticantes de atividades físicas também devem consultar um nutricionista para realizar a avaliação.

A melhor forma de tornar sua dieta mais tranquila é preparando as refeições antecipadamente, deixando as marmitas prontas apenas para aquecer quando a fome bater. Para ajudar você a se inspirar, selecionamos algumas opções simples para você preparar em casa.

Pele

Limpeza de pele: benefícios e passo a passo do procedimento

A limpeza de pele é um procedimento estético, realizado em consultórios ou clínicas de estética, que tem como objetivo remover cravos e impurezas da pele. A limpeza de pele também remove o milium, que são pequenos cistos salientes causados pelo acúmulo de óleo e pele nos poros.

Indicações da limpeza de pele

Limpeza de pele - foto: Getty Images
Limpeza de pele – foto: Getty Images

A limpeza de pele é indicada, principalmente, para remoção de cravos abertos (pontos pretos) ou fechados (pontos brancos) e remoção de miliuns. Serve também para remover as células mortas e manter a pele macia e saudável. Todos os tipos de pele recebem muito bem esse procedimento. A limpeza bem realizada ajuda no equilíbrio das peles seca, normal, oleosa e mista. Além do rosto, é possível realizar o procedimento em qualquer outra parte do corpo, como colo e costas.

Como é feita a limpeza de pele

Assepsia da pele - foto: Getty Images
Assepsia da pele – foto: Getty Images

A grande maioria das limpezas de pele segue um passo a passo com etapas bem definidas, que vão desde a higienização da pele até a aplicação do filtro solar. Em geral, a pessoa irá deita-se em uma maca para realizar a limpeza de pele e usa uma proteção para os olhos, que pode ser o próprio algodão. A sessão dura, em média, uma hora. Conheça todas as etapas do procedimento:

 Assepsia: a pele é higienizada com loções de limpeza desengordurantes, cuja ação varia de acordo com o tipo de pele. O objetivo é remover maquiagem, cosméticos e até mesmo as impurezas decorrentes da poluição e a oleosidade da pele.

– Esfoliaçãoé feita a aplicação de produtos específicos com efeito abrasivo para promover um afinamento da camada córnea, a camada mais superficial da pele, facilitando a extração de cravos e acnes que não estejam inflamadas.”A microesfoliação da pele do rosto, pescoço e colo é feita de forma delicada, com movimentos suaves e circulares”, explica a dermatologista Carolina Marçon.

– Extração: Essa é a etapa mais longa da limpeza de pele, e pode durar 30 minutos ou mais, dependendo do estado da pele. Em seguida da esfoliação, a pele é submetida a um vapor com ozônio, que tem como finalidade abrir os poros e dar emoliência para a pele, facilitando a drenagem, sempre manual e cuidadosa dos cravos, espinhas e dos miliuns (bolinhas amareladas com sebo dentro. O tempo de exposição ao vapor com ozônio é de, no máximo, cinco minutos, isso porque, apesar do ozônio ser um gás de excelente efeito bactericida e fungicida, seu excesso pode provocar efeitos tóxicos quando inalado por um tempo prolongado, principalmente em gestantes. Após esse tempo, é aplicado, por mais dez minutos, apenas o vapor de água sobre a pele coberta por uma fina camada de algodão embebido em emoliente

A retirada de cravos e miliuns, deve utilizar técnicas corretas de manipulação.

Os cravos são espremidos com os dedos, mas o profissional nunca aperta a pele diretamente, sempre usa uma gaze médica para fazer a extração. Isso evita machucar a pele e também ajuda a reduzir a dor. Já os miliuns são removidos com a ajuda de uma microagulha, porque é necessário romper a casquinha que recobre o cisto para expelir a bolinha de sebo do seu interior. Durante a limpeza de pele, não é recomendado extrair espinhas, pois isso pode deixar cicatrizes na pele, além de gerar mais inflamação. Além disso, o procedimento não deve ser doloroso. A extração deve ser feita delicadamente e devagar de forma que o paciente sinta-se confortável. “Para pacientes mais sensíveis a dor, pode-se usar anestésico tópico previamente, mas geralmente isso não se faz necessário”, explica a dermatologista Carolina Marçon.

Após a extração, é utilizado um aparelho de alta frequência para cicatrizar e atuar como anti-inflamatório sobre os pontos da pele que sofreram microlesões.

– Massagem: nessa fase será realizada uma massagem com manobras suaves e metódicas com finalidade terapêutica ou estética, que auxiliam na aplicação de substâncias hidratantes e calmantes. Para a diminuição da vermelhidão, comum logo após a limpeza, também podem ser aplicadas compressas com loções calmantes e águas termais.